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Vinhos e sabores

Esta semana falaremos um pouco de como encontramos sabores ‘secundários’ nos vinhos tintos. Claro que o vinho tem que ter gosto de vinho (!!), mas com o vinho na boca, podemos encontrar algumas referências de frutas no paladar. Os tintos em especial têm sabores de frutas vermelhas e/ou escuras. Às vezes, saber quanto de presença destes sabores têm em cada tipo de uva, você consegue saber qual tipo de vinho melhor agrada seu paladar.

Pra facilitar, uma tabela que você pode saber, em média, o teor de frutas vermelhas vs frutas escuras (silvestres) que uma determinada casta tem.

Boa dica, não?

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A cor dos brancos

1. Pinot Grigio / Vinho Verde:

As cores dos vinhos brancos, assim como os de vinhos tintos, variam de acordo com a casta (uva). Claro que esta variação no tom da cor do vinho também é influenciada pelo tempo em barrica ou em garrafa e dependendo da safra também. Afinal, não podemos esquecer que o vinho é feito de produtos naturais, que dependem da muito do solo, do clima e dos cuidados que os produtores têm com as vinhas.

Este é um pouco de equívoco, porque qualquer uva de vinho branco, que é colhida em um nível menor de açúcar e feita no estilo mais fresco possível poderia ser pálida e praticamente incolor. Alguns exemplos que terão cor pálida incluem são riesling, pinot grigio, vinho verde e Müller-Thurgau (um vinho que faz lembrar um pouco de de riesling e pinot blanc).

2. Sauvignon Blanc

Sauvignon blanc é definitivamente o vinho branco mais conhecido. Os vinhos desta casta tem um toque verde na cor. Os vinhos que têm uma cor semelhante e perfil de sabor “verde” incluem:

  • Grüner Veltliner (Áustria)
  • Verdejo (Espanha)
  • albariño (Espanha)
  • Muscadet (França)
  • trebbiano (Itália)
  • Vermentino (Sardenha)
  • Cortese (Itália aka “Gavi”)

3. Chenin Blanc, Viognier (uma das nossas uvas brancas) e Marsanne 

A cor destes vinhos varia de acordo com a uva madura como era no momento da colheita e pode ser muito claro ao muito mais amarela.

Muitos vinhos doces têm uma tonalidade semelhante ao item 3 e os incluem: doce de estilo riesling, moscatel e gewurtztraminer.

4. Chardonnay (uma das nossas uvas brancas!)

Chardonnay é uma das uvas mais ousadas dos vinhos brancos, que muitas vezes é fermentado e envelhecido em carvalho para adicionar riqueza extra e cor subsequente. Vinhos feitos com outras uvas podem ser feitos como chardonnay, mas existem muito poucos conhecidos como os dessa uva. A cor é geralmente intensa e a refração da luz através do vidro tende a ser maçante. Quando se ve esta cor intensa em um vinho branco, prepare-se psicologicamente para um pouco de algo grande … os ‘chardonnays’ são vinhos incríveis nesse ponto.

5. Vinhos brancos ‘envelhecidos’

O vinho branco é muito sensível à luz e à medida que envelhece a cor pode mudar drasticamente de um amarelo pálido ao marrom. A cor será mais maçante se for um vinho envelhecido, versus se é um vinho feito deliberadamente para ter uma cor vibrante (tais como item 6). A maioria dos vinhos brancos são produzidos para serem consumidos dentro do primeiro par de anos de engarrafamento e não são projetados para serem envelhecidos. Quais são alguns bons idade dignos vinhos brancos?

  • chardonnay
  • Riesling alemão
  • branco Rioja
  • Soave (Itália)
  • Tokaji (Toke-KYE), um vinho doce da Hungria
  • Soave (Itália)

6. Vinhos de sobremesa

Vinhos doces são criados por extrair muita cor da pele das uvas. Quando há menos umidade em cada uva, a cor do vinho resulta em uma cor intensa. Quando o vinho é então exposto ao oxigénio, é que começa a mudar de cor para castanho. A combinação é a de um vinho ricamente colorido e um vinho que é oxidado (de propósito!) que resulta na cor ‘fulva’. Com Sherry (aka Jerez), o vinho é envelhecido em barricas de carvalho, que propositadamente não é deixado completamente cheio para que o vinho resultante torna-se uma cor marrom de noz. Os vinhos que têm este tipo de cor incluem:

  • Xerez
  • Madeira
  • Pedro Ximenez (Espanha)

E aí, gostou das dicas? Dá pra anotar tudo e começar a escolher o melhor vinho para seu paladar. E pode deixar que o Chardonnay e o Viognier a gente garante!

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Compreendendo os vinhos brancos

Salgado ou frutado?

O mundo do vinho traz muitos adjetivos. E alguns que a gente não tem a mínima do que seja. Hoje vamos falar um pouco de como a cor do vinho pode identificar estas características. Mas de uma maneira bem simples!

Primeiramente, como é que a cor de um vinho branco indicam o seu sabor? A cor do vinho pode dizer muito sobre o gosto antes mesmo de sentir o cheiro!

Desde os vinhos mais ‘pálidos’ como pinot grigio e sauvignon blanc, como também para variedades ricas e intensamente coloridas como oaked chardonnay, sauternes e riesling de guarda.

Mas…E o que procurar na Cor Vinho Branco?

1. Como refrata a luz através do vinho

Será que o vinho branco apenas brilha por causa da luz que passa através dele?

Um vinho brilhante quer dizer que ele (o vinho) não é denso e não foi feito com o uso de carvalho envelhecido ou na borra (partículas mortas de levedura que o fabricante do vinho opta por deixar no tanque).
Vinhos mais brilhantes tendem a ser jovens, têm alta acidez e são filtrados.
Enquanto que um vinho que tem um tom opaca ou cor fraca amarela tende a ser um vinho muito mais rico e mais velho.
Estes vinhos podem ter cor fraca por causa do envelhecimento em carvalho ou sobre as borras, o que resultar em um vinho intenso e doce com um monte de extração de açúcar e com cor da casca do vinho.2. Intensidade de cor

Olhar para a saturação da cor de um vinho pode indicar a riqueza de sabor dele. Por exemplo, a cor de um chardonnay pode variar de amarelo muito pálido com notas de platina a uma palha de ouro saturada. A uva chardonnay é muito pálida. Um tom saturado com pigmentação ouro de um vinho chardonnay provavelmente terá mais presença de carvalho e amanteigado, mas em grande estilo. Além disso, se o vinho é doce, o nível de doçura que é muitas vezes provocada por uma maior contato com a ‘pele’ da uva (vulgo casca). Assim que o vinho terá mais pigmento da uva. Um vinho doce feito com uvas Semillon parcialmente chamados Sauternes é amarelo brilhante.

3. Identificar a cor principal e cor Menor de Vinho Branco

O tom da cor é ouro branco, cobre-vinho ou é pálido verde-amarelo? Os vinhos que têm tons de verde são mais salgados, com sabores de gramíneas verdes, como o pimentão, a pimenta branca, feijão verde e limão.

Os vinhos que têm mais tons amarelos com toques de ouro-cobre  tendem a ter mais notas frutadas, como pêssego, damasco, laranja e abacaxi.

E aí, achou complicado?

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Mais Casa Pisani nos jornais!

Isso mesmo! Antes mesmo de sair safra nova e de acontecer nosso evento para jornalistas, já somos notícia! E em dose dupla nesta sexta-feira.

Na coluna da Juliana Wosgraus, do Diário Catarinense, e na coluna Panorama, do Notícias do Dia, escrita pela Adriana Baldissarelli, fomos noticiados por motivos diferentes. Final de semana começando bem!

Coluna Juliana Wosgraus:

ILHA NO MEIO-OESTE
Bruno Pisani, da Casa Pisani, é quem organiza o evento do dia 1º de junho, na fazenda do Grupo Imaribo, conhecida como Ilha, em Monte Carlo, no meio-oeste. O local é lindo e a Ilha tem uma super estrutura montada com 16 suítes. De Curitiba, virá o chef para fazer as harmonizações, com os vinhos da Casa Pisani, da qual Bruno é sócio.

O português Miguel Viseu, enólogo da vinícola, vai orientar a harmonização. Vale conferir foto do lugar no meu blog. São as belezas catarinenses ainda pouco conhecidas.

 

Na coluna Panorama, da Adriana Baldissarelli:

Reforço Internacional

Bruno Pisani contratou para a safra deste ano, considerada excepcional em razão da estiagem, o enólogo chileno Sven Bruchfeld, super reconhecido no mundo dos vinhos, com rótulos que chegaram ao Top 100 da Winespectator. A colheita da Casa Pisani em Monte Carlo, no Meio-Oeste Catarinense, terminou semana passada, mas o processo de fermentação, tempo de barrica, composição de aromas, elaboração final e engarrafamento segue em Treze Tílias. Com a presença esporádica de Sven e constante do seu auxiliar, o enólogo português Miguel Viseu. Os vinhos brancos, explica Pisani, ficam prontos ao final do ano e serão lançados no Verão. O espumante, pela primeira vez, será feito pelo método champenoise, então vai demorar um pouco mais.

Boas notícias!

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Pré-Evento para Jornalistas

No dia 2 de junho, a Casa Pisani levará um grupo de jornalistas para conhecer seus vinhedos. E como estamos planejando esse evento há dois meses, resolvemos dar uma provinha do que os amigos da imprensa encontrarão. Dá uma olhada:

 

Quer ver mais? Tem no nosso facebook. É só clicar aqui.

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Dia das Mães | Casa Pisani

A Casa Pisani registrou alguns presentes no almoço do Dia das Mães no Antônio’s Restaurante. Um pouquinho do pessoal que prestigiou suas mães e recebeu uma taça do espumante brut 100% chardonnay da Casa Pisani. Para ver em tamanho maior, é só clicar na imagem.

 

Mais fotos na nossa fanpage.

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Casa Pisani, no DC

Na sexta-feira e hoje, segunda, a Casa Pisani foi assunto num dos principais veículos catarinenses, o Diário Catarinense. E em ambas edições, saiu na principal coluna de economia, o Informe Econômico, da Estela Benetti. Segue abaixo a reprodução das notas.

Sexta-feira, 11 de maio:

Um brinde!

[...] A Vinícola Casa Pisani vai presentear as mães com uma taça de espumante Brut 100% Chardonnay em dois restaurantes do Norte da Ilha.

 

Segunda-feira, 14 de maio:

Vinícola reforça equipe

Para elaborar os vinhos desta safra, que é uma das melhores da história da vitivinicultura catarinense em função da seca, a vinícola Casa Pisani, de Monte Carlo, Meio-Oeste do Estado, reforçou a equipe. Acaba de contratar o renomado enólogo chileno Sven Bruchfeld (C) e o auxiliar dele, o também enólogo, de Portugal, Miguel Viseu (E). O empresário Bruno Pisani (D) não quer perder a oportunidade de fazer excelentes vinhos. A proposito, Bruchfeld é um nome forte do setor. Rótulos elaborados por ele já chegaram ao Top 100 da Winespectaor.

 

via TXTCOM.

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Drinks: Coquetel Champagne

As quintas-feiras estão se tornando o início do final de semana. A maioria das pessoas começa já a sexta em clima de final de semana, mas a largada está sendo comumente dada na quinta-feira. Tirando a quarta, que tem o futebol, quinta já é quase o dia oficial do happy hour. E pra não perder este clima que a Casa Pisani dá a dica de um drink que tem cara de quinta, de happy hour e de início de final de semana.

O nome é Coquetel Champagne, mas ele pode muito bem ser feito com espumante. Ainda mais um espumante bem feito, como é o nosso Brut 100% Chardonnay. Então, aí vai a receita:

 

1 cubo de açúcar
4 a 6 doses de  Angostura Bitter ou outros amargos aromáticos
Espumante Brut 100% Chardonnay da Casa Pisani super gelado
Decoração: toque de limão

Coloque o cubo de açúcar no fundo de uma taça de espumante ou de vidro coupé. Mergulhe o cubo de açúcar com o Angostura Bitter e encha o resto da taça com espumante. Decore com o twist de limão, e voilá, está pronto!

 

Lembrando que estas medidas equivalem a uma porção/taça.

 

Via The Kitchn

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Especial Dia das Mães

A Casa Pisani está com uma presença super especial no Dia das Mães.

Quem almoçar no Antônio’s Restaurante no domingo de Dia das Mães, ganhará uma taça do Espumante Brut 100% Chardonnay da vinícola. Para ver o mapa do Antônio’s é só clicar na imagem abaixo:

E na Cantina Sangiovese, em Santo Antônio de Lisboa, também ofereceremos uma taça de espumante para cada pessoa que almoçar no Dia especial para as mamães. Para saber onde é a Sangiovese, só clicar na imagem a seguir:

Programação no domingo não falta, né?

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Casa Pisani no Visor

A Casa Pisani foi notícia no Diário Catarinense deste domingo! Este na coluna Visor, do Rafael Martini, a foto tirada pelo enólogo português Miguel Viseo. Segue abaixo a reprodução da nota.

AVE, BACO

Dá só uma olhada na beleza dos parreirais em Monte Carlo, no Meio-Oeste Catarinense. O registro da variedade cabernet sauvignon é do enólogo português Miguel Viseo, da Casa Pisani. No Estado, a colheita vai até a segunda quinzena de maio.

 

 

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